FUTEBOL URUGUAYO:

'' É uma religião nacional. A única que não tem ateu. Somos poucos: 3,5 milhões de uruguayos. É menos gente do que um bairro de São Paulo. É um país minúsculo. Mas todos futebolizados. Temos um dever de gratidão com o futebol. O Uruguay foi colocado no mapa mundial a partir do bicampeonato olímpico de 1924 e 1928, pelo futebol. Ninguém nos conhecia.

O futebol uruguayo é o melhor? Não. No mundo guiado pelas leis do lucro, onde o melhor é quem ganha mais, eu quero ser o pior. Não poderíamos sequer cometer o desagradável pecado da arrogância. Seria ridículo para um país pequeno como o nosso. Não somos importantes, o que é bom. Neste mundo de compra e venda, se você é muito importante vira mercadoria. Está bom assim.

Como explicar Uruguay?.... Somos um pouco inexplicáveis. Aí é que está a graça".

EDUARDO GALEANO - Escritor

sexta-feira

TREINADOR URUGUAYO JORGE FOSSATI

Jorge Daniel Fossati Lurachi, mais conhecido como Jorge Fossati (Montevidéu22 de novembro de 1952), é um treinador e ex - futebolista uruguaio que atuava como goleiro. Atualmente é treinador do Cerro Porteño, do Paraguai.
Quando jogador, Fossati atuava como goleiro. Defendeu 11 clubes em sua carreira: Rampla JuniorsCentral EspañolPeñarolIndependienteMillonarios,OlimpiaGreen CrossRosario CentralTextil MandiyúAvaí e Coritiba. Pela Seleção Uruguaia, disputou 3 partidas.

Depois de abandonar os gramados como jogador, Fossati iniciou sua carreira com treinador no River Plate de Montevidéu. Passou pelo PeñarolCerro PorteñoDanubioColón de Santa FéDanubio novamente e LDU de Quito, até chegar a Seleção Uruguaia em 2004.
O treinador levou a Celeste Olímpica a conquista do 3ª lugar na Copa América de 2004, onde acabou perdenendo a vaga para a final ao ser eliminada pelo Brasil, na disputa por pênaltis. Fossati também treinou o Uruguai nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2006. Sua seleção acabou sendo eliminada pela Austrália na Repescagem da Competição, novamente na disputa por pênaltis. Após a eliminação, Jorge Fossati não seguiu mais no comando da Celeste.
Depois, treinou o Al-Sadd em 2007 e no mesmo ano assumiu a Seleção do Qatar.
Em 2009, acertou novamente com a LDU de Quito. No clube equatoriano, conquistou a Recopa Sul-Americana e a Copa Sul-Americana sobre 2 clubes brasileirosInternacional e Fluminense, respectivamente. 
Em julho de 2009 acertou sua ida para o Al-Shabab, da Arábia Saudita. No início de 2011, após 4 anos, retornou ao comando do Al-Sadd, do Qatar.
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