FUTEBOL URUGUAYO:

'' É uma religião nacional. A única que não tem ateu. Somos poucos: 3,5 milhões de uruguayos. É menos gente do que um bairro de São Paulo. É um país minúsculo. Mas todos futebolizados. Temos um dever de gratidão com o futebol. O Uruguay foi colocado no mapa mundial a partir do bicampeonato olímpico de 1924 e 1928, pelo futebol. Ninguém nos conhecia.

O futebol uruguayo é o melhor? Não. No mundo guiado pelas leis do lucro, onde o melhor é quem ganha mais, eu quero ser o pior. Não poderíamos sequer cometer o desagradável pecado da arrogância. Seria ridículo para um país pequeno como o nosso. Não somos importantes, o que é bom. Neste mundo de compra e venda, se você é muito importante vira mercadoria. Está bom assim.

Como explicar Uruguay?.... Somos um pouco inexplicáveis. Aí é que está a graça".

EDUARDO GALEANO - Escritor

sábado

JOGADOR URUGUAIO MATÍAS GONZALEZ

Seleção Uruguaia posando antes da partida decisiva contra o Brasil em 1950. Matías González, é o que segura a bola,  o quarto jogador em pé, da esquerda para a direita.

1950
Matías González (6 de agosto de 1925 - 12 de maio de 1985) foi um futebolista uruguaio. Jogou e foi campeão da Copa do Mundo de 1950. Zagueiro que atuava pelo Cerro, um pequeno clube de Montevidéu. Defendeu a seleção uruguaia em 31 ocasiões.
Foi titular em todas as partidas da Celeste Olímpica no certame realizado no Brasil, inclusive a memorável final contra os anfitriões em um Maracanã superlotado. Tinha 1,80 m e pesava 74 kg.